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Um ano desafiador para os mercados de renda fixa e moedas no Brasil.


Bem vindos ao Panamby Insights.


Vivemos um fenômeno inflacionário global que no início parecia transitório e aos poucos foi se mostrando mais resistente e disseminado. Choques em comodites agrícolas, energia, petróleo atém de uma cadeia produtiva desorganizada para a retomada do crescimento causaram escassez de bens altamente demandados no mundo atual, como por exemplo Chips eletrônicos.


Nosso Banco Central viu-se obrigado a promover um enorme ajuste nas taxas básicas de juros, trazendo a Selic de 2% para 9,25% e sinalizando que tal ajuste deve se estender até o inicio de 2023 para um patamar entre 11 e 12%.


Apesar desse enorme deslocamento da Selic, nossa moeda não conseguiu responder positivamente e tivemos um dos piores desempenhos dentre os mercados emergentes comparáveis ao nosso. A frustração com reformas estruturais bem como a recente flexibilização do Teto de Gastos foram os fatores dominantes para que o Real performance tão a quem do esperado.


Para 2022, uma economia em desaceleração e com juros mais elevados, podem e devem trazer a inflação para uma trajetória de queda em direção às metas do Banco Central e fazer com que o Real busque patamares mais próximos às médias de médio prazo.


Por outro lado, o fator eleição certamente dominará os noticiários e expectativas, podendo ampliar ou até mesmo reverter a trajetórias dos mercados rumo a fundamentos aparentemente melhores.


Será muito importante para os mercados acompanhar as posições dos candidatos mais competitivos sobre temas como reformas e responsabilidade fiscal. Nós da Panamby Capital desejamos a todos excelentes negócios e um ótimo 2022.


Sandro Ghiorzi, Portfólio Manager de Renda Fixa e Moedas da Panmby Capital.


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