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MÍDIA NEWS

Novo Chair no FED e o tal “Debasement Trade”

  • 5 de fev.
  • 2 min de leitura

Nos Estados Unidos, Kevin Warsh foi apontado como futuro presidente do Federal Reserve. Em 2024, ele foi contra cortes de juros por temer que o Fed declarasse vitória sobre a inflação cedo demais. Já em 2025, avaliou que a desregulamentação e possíveis cortes de gastos do governo Trump seriam desinflacionários o suficiente para compensar os efeitos

inflacionários pontuais gerados pelos aumentos nas tarifas.


As maiores divergências de Warsh em relação aos atuais dirigentes do Fed dizem respeito à política de balanço do Banco Central. Ele se opôs a compra de ativos do Tesouro pelo Banco Central (Quantitative Easing) de 2010 e, desde então, critica o tamanho excessivo do balanço, defendendo sua redução contínua. Warsh também critica a regulação financeira do Fed, afirmando que ela impõe custos excessivos aos bancos e prejudica especialmente os de pequeno e médio porte. Para ele, a incerteza regulatória sobre fusões é excessiva e os reguladores deveriam incentivar a consolidação desse segmento.


O “debasement trade” trata-se da saída de capital dos Estados Unidos e a alocação em ativos reais como bolsas em outros países e metais. Esse movimento tem se intensificado em 2026, exacerbando a perda de confiança nas políticas públicas americanas, crescimento mais baixo olhando para frente e fim do excepcionalismo americano, como visto nas últimas décadas. As moedas do mundo seguem se valorizando frente ao dólar e a realocação dos investidores globais tem recaído principalmente sobre os mercados emergente e nos metais, como o ouro e a prata.


A instabilidade do sistema político norte-americano e os reveses sofridos recentemente, estão levantando uma dúvida na habilidade do Partido Republicano em manter a maioria no Congresso, nas eleições em outubro. A depender desse resultado, podemos assistir ao aprofundamento do cenário atual de desvalorização do dólar ou sua reversão.

Portanto, o resultado das eleições no último trimestre do ano, tanto nos EUA quanto no Brasil, serão determinantes para os preços dos nossos ativos.


Os Fundos e Carteiras Administradas da Panamby tiveram resultado bastante positivo nesse mês de janeiro, alinhado ao movimento de fluxo para o Brasil e da busca por títulos de crédito de baixo risco.


Boa leitura!!



 
 
 

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